O poema do nosso AMOR!
A Noite aguça
e acentua as sesações
A escuridão agita
e desperta a imaginação
Silenciosamente os sentidos
abandonam as defesas
Suave e gentilmente
A noite estende o seu esplendor
Pegue, sinta
Trêmla e suave
Esconda seu rosto
da ostensiva luz do dia
Esconda os seus pensametos
da fria e insensível luz
E sinta
"O poema do nosso amor"
Feche os olhos e entregue-se
afaste os pensametos da vida
que conhecia até agora
Feche os olhos
Deixe sua alma começar
a me amar
E você viverá como nunca viveu antes
Suave e primorosamente
o amor vai acariciá-la
Ouça-o, Sinta-o
Possuílo secretamente
Abra sua mente
Liberte suas fantasias
Neste amor que você sabe que
não pode combater
E sinta, "o poema do nosso amor"
Deixe sua mente iniciar uma viagem
atraves de um mundo novo e estranho
Esqueça tudo sobre a vida que conhecia
até agora
Flutuando, caindo
Em doces sonhos
Toque-me, confie em mim
Saboreie cada sensação
Deixe o sonho começar
Deixe que o seu lado amoroso seja vencido
Pelo poder do nosso amor
Pois somente você pode fazer com que
minhas letras virem poesia!
Bruno Penha de Freitas
Estudante/Jornalista/Escritor
São Bento
Escola - Dom Luís de Brito


Do Melhor
Linkk
del.icio.us
A IGREJA CATOLICA APOSTOLICA ROMANA.
Quem é Babilônia, a grande, a mãe das meretrizes e das abominações da terra?
O anjo a apresenta para João, da seguinte maneira: Leiamos Apocalipse 17, 1 e 2: "...Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas, com quem se prostituíram /-os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra".
João continua relatando, nos versos 3 a 5, que o anjo transportou-o a um deserto e viu "...uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres. Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição. Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA".
Babilónia terrestre foi de onde saiu a religião falsa.
Conhecer a Babilónia antiga, a que foi destruída (539 AEC), e se situava a 30 km de Bagdad, no Iraque, se a estudarmos veremos como foram copiados os seus rituais, os seus artefactos dedicados a deidades falsas: Tamus e Baal.
As confissões como método de «controlar» populações, de saber seus segredos mais íntimos e, pelo medo e chantagem, de conhecer seus pontos fracos, confessados nessas «confissões».
Um dos artefactos dedicados a Isis, Horus e Osíris, foram vertidos pelos católicos-romanos.
No Egito, onde essa religião chegou - como a todos os demais países antigos - o deus Sol (Osíris) era adorado na forma de um biscoito redondo.
Os membros da religião egípcia comiam o seu deus para dele colherem a força e a luz, daí a origem do “deus hóstia” do Catolicismo.
O ostensório, que os católicos-romanos, carismáticos, tentavam tocar em transe, era uma réplica perfeita do deus Sol, para dentro ser guardado o biscoitinho comestível, o qual apodrece tragicamente, depois de alguns dias de “reclusão” no ostensório. Esse deus Sol - comido pelos fiéis pagãos - era chamado de “sacrifício incruento” ao seu deus ( Hóstia Consagrada).
Até as iniciais “IHS” foram copiadas do paganismo babilónico, pois o significado delas é “Isis, Horus, Seb”, três deuses que vinham logo abaixo do deus Sol.
O Catolicismo adaptou essa sigla, inventando para ela uma nova significação: “Iesus, Homo Sanctus”.
O baptismo de crianças, os anéis, a imortalidade da alma, o «céu», o «purgatório» e o «inferno» ( da "Divina Comédia", obra de Dante Alighieri inspirada na deidede babilónica.
O Hinduísmo também detém um um artefacto semelhante ao «ostensório» no seu culto (um macaco sagrado o empunha).
Os maometanos também detêm sinais babilónicos no culto da oração voltada para Meca, de joelhos e prostados de joelhos, como nos rituais das orações babilónicas
Em relação à trindade babilónica, inúmeras religiões da terra, copiam com outros nomes a tríada babilónica.
O baptismo de bebés era comum de babilónia e estendeu-se ao Egipto até ao Hinduísmo, o Tauísmo e Bramanismo.
O Santo nome de Jeová tem sido vituperado por todas elas, sempre ao serviço de Reis o gevernantes que depois lhes retribuem com lugares de destaque e com oferendas de templos.
Como uma grande meretriz a quem os amantes pagam os seus favores.
Sentada sobre muitas águas. Ora as «águas» sempre foram a representação das multidões de fiéis. Sendo que não importa o deus a que dizem odorar pois que todas se reclamam do poder do deus para matar e fazer a guerra que os governantes pretendem.
Todas, sem excepção, de uma forma ou de outra, durante centenas de anos o utilizaram para o blasfemar, para guerras intereligiosas, chamando para si a sua protecção, a protecção do seu deus, matando em nome de deus.
In God we Trust - para matar no Iraque, no Afeganistão, na Bósnia, na Colômbia, etc.
God Save the Queen - para que possa matar melhor no Iraque, na Palestina ou no Líbano.
E aí vão os aviões e bombardeiros, porta-aviões e tanques com o lema pintado para em nome de deus, matar, e destruir o mais que puderem. Tudo em Nome de Deus.
E os Capelões católicos-romanos vão explicando no confessionário, que não faz mal matar, os inimigos, depois de mortos vão para o céu e lá se vão encontrar e por acaso forem abatido também.
É um deus que dá para tudo e para todos os lados.
O que fazem as meretrizes ? Vendem suas atenções para os clientes que lhe pagam. É o que faz a religião falsa !
Em nome de um deus trino clamaram diversos papas para a Guerra Santa, em nome da trindade católica bispos, padres e papas pegaram em armas para matar.
Em orgias de sangue como o fizeram em Jerusalém, quando da primeira invasão à "Terra Santa"; chegando mesmo a barricar sinagogas lotadas de judeus em oração, para as incendiar, matando pelo fogo os seus ocupantes;
Em Julho de 1099, Jerusalém tornou-se um inferno para judeus e muçulmanos. Crianças assassinadas , mulheres violadas em plena rua e depois decapitadas, pilhas de cadáveres e um mar de sangue cobriam as ruas da «terra santa» e do caminho para o "santo" sepulcro.
Os judeus que se recolheram na sinagoga para orar, viram as saídas bloqueadas e rodeada de fardos de palha e madeira ao que os "santos" cruzados lançaram o fogo de modo a mata-los numa imensa fogueira.
O santo nome de Deus passou a ser odiado pelos povos árabes e judeus, por via dos interesses da santa madre igreja católica-romana e dos governantes europeus.
Mas também os Judeus não se ficam atrás. A partir de 1949 passaram a matar palestinianos, que ocupavam há milhares de anos suas terras ancestrais, viram-se forçados a abandonar suas próprias casas devido a uma «solução final» decretada pelas potencias vencedoras da 2ª. Guerra Mundial, que decidiram entregar um território ocupado pela Inglaterra, a Palestina, para ser entregue aos judeus, como forma de resolver o problema que Hitler criou ao perseguir os judeus.
Dando início ao inferno para os muçulmanos palestinianos.
Em nome de Adonai, o Santo Nome de Deus é agora utilizado para matar árabes, numa carnificina nunca verificada antes, e que dura há 60 anos.
Mas os muçulmanos também não deixam também de utilizar o Santo Nome de Deus para matar.
Católicos-romanos são derrotados na Geada Islâmica por Saladino. Em nome de Alah desembainham suas semitarras para matar.
Muçulmanos em nome de um deus matam ou se fazem explodir em ruas e mercados judeus. Trazendo o ódio de judeus e católicos para o santo Nome de Deus, que de uma forma blasfémica são utilizados para executar actos que difamam o Deus do amor, da justiça e da paz.
Embora todos eles, cristandade apóstata, muçulmanos, judeus, hindus, confucionistas e muitos outros, proclamem a paz, o amor e a justiça, as suas formas de actuar não fazem mais que trazer desonra para o Santo Nome de Deus.
Gengis-kan, guerreiro mongol, em nome de deus espalhou a morte e a tortura desde a Mongólia à Hungria, da China, Índia até à Etiópia e do Egipto a Marrocos.
Átila, o huno, em nome de deus também empalou milhares de seres humanos, matou, saqueou e violou mulheres, da Turquia à Índia.
O coração humano é penetrável à justiça e à paz. Todos os humanos pretendem viver em paz e são amantes da justiça. Assistindo a estes actos da grande meretriz só podem ter de Deus uma ideia detestável:
«"Outrossim, muitos seguirão os seus atos de conduta desenfreada, e, por causa destes, falar-se-á de modo ultrajante do caminho da verdade." ». 2ª. Pedro 2:2.
Falar-se-á de modo ultrajante do caminho da verdade:
É por tudo isto que Babilónia a grande é Império Mundial da Religião Falsa.
BABILÓNIA, A GRANDE, É A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA"
JOSE RIBAMAR — 19-01-2009 - 01:44:18 GMT 1
vida do PAPA ALEXANNDRE VI
Foi provavelmente o mais ambicioso, corrupto, sanguinário e imoral de todos os papas.
Sua família foi elevada ao poder no Vaticano com a eleição do seu tio materno, Afonso Bórgia, como Papa Calisto III.
Com a nomeação do tio para o papado, foi sucessivamente elevado a cargos religiosos: bispo, cardeal (aos 25 anos) e vice-chanceler da Igreja.
Serviu a Cúria Romana durante cinco pontificados, adquirindo experiência administrativa, influência e riqueza.
É dito que Rodrigo Bórgia usou sua fortuna para comprar a maior parte dos votos dos cardeais, quando se realizou o conclave para definir a sucessão do papa Inocêncio VIII.
O papado de Alexandre VI começou tranquilo, mas não tardou para que se manifestasse sua ganância em sacrificar todos os interesses em favor da família. Fez seu filho de dezesseis anos, César Bórgia, arcebispo de Valência, e seu sobrinho João (Giovanni), cardeal.
Em 1494 sofreu tentativa de deposição por causa de simonia (venda de relíquias falsas) e corrupção, da parte de prelados à frente dos quais aparecia o cardeal Della Rovere, futuro Papa Júlio II.
Resistiu, mas continuou a praticar actos imorais.
Teve pelo menos sete filhos, entre os quais César e Lucrécia Bórgia.
Lucrécia Bórgia, filha do Papa, com uma beleza exuberante, dançava alegremente para os cardeais e mantinha relações amorosas com o próprio pai, chegando a ser acusada de ter tido relações com macacos e cães.
O papa Alexandre VI assumiu importante relevo na História de Portugal pela sua mediação no Tratado de Tordesilhas, beneficiando vergonhosamente os nossos “irmãos” espanhois.
Morreu subitamente, suspeitando-se que tenha sido envenenado por arsénico, adicionado à sua comida num banquete, o que provocou o enegrecimento do cadáver e o inchaço do mesmo, já dentro do caixão, levando a que alguns assistentes tenham inserido o corpo num caixão maior.
Também consta que mandou efectuar muitos assassinatos.
JOSE RIBAMAR — 19-01-2009 - 01:53:49 GMT 1
PAPA JOÃO PAULO I
Morte
O túmulo do " Papa Sorriso ", como era conhecido o papa João Paulo IA brevidade de seu pontificado suscita até hoje especulações a respeito de que teria sido vítima de uma conspiração (ver teoria da conspiração). Sua saída repentina do cenário daria espaço a setores da Igreja ligados à Cúria Romana, mais empenhados em combater as tendências socialistas então emergentes no clero em vários países. Alguns especuladores reforçaram a tese com a eleição de João Paulo II, um pontífice conservador em relação a diversas questões, como aborto, contracepção e política. De fato, o ainda bispo Luciani desejara ao menos uma revisão das posições tradicionais da Igreja Católica sobre estes temas, consultando-se com especialistas em reprodução humana e com filósofos e pensadores de distintas religiões.
Se Paulo VI teve um relatório médico extremamente preciso quando de sua morte (até mesmo os horários das complicações médicas foram anotados), o mesmo não ocorreu ao Papa Sorriso; seu corpo foi embalsamado imediatamente após o falecimento, e as verdadeiras causas do óbito nunca chegaram ao público.
Um dos inúmeros boatos surgidos após a morte de João Paulo I diz que seu pontificado entrara em choque com idéias e interesses da Opus Dei. Durante o funeral, foram ouvidos fiéis aturdidos, que diziam: "Quem fez isso com você?", "Quem o assassinou?", já desconfiando de que a morte do Papa Sorriso não teria decorrido de causas naturais.
Em nome de Deus
O jornalista britânico David Yallop publicou em 1984, após longa pesquisa, a obra Em nome de Deus (In God's Name), na qual oferece pistas sobre uma possível conspiração para matar João Paulo I. A dar-se crédito às fontes de Yallop (que incluem inúmeros clérigos e habitantes da cidade do Vaticano), João Paulo I esboçara, no início de seu breve pontificado, uma investigação sobre supostos esquemas de corrupção no IOR (Istituto di Opere Religiose, vulgo Banco do Vaticano). Logo após eleger-se papa, ele ficara a par de inúmeras irregularidades no Banco Ambrosiano, então comandado por Roberto Calvi, conhecido pela alcunha de "Banqueiro de Deus" por suas íntimas relações com o IOR (o corpo de Calvi apareceu enforcado numa ponte em Londres, quatro anos depois, por envolvimento com a Máfia).
Entre os envolvidos no esquema, estaria o então secretário de Estado do Vaticano e Camerlengo, cardeal Jean Villot, o mafioso siciliano Michele Sindona, o cardeal norte-americano John Cody, na época chefe da arquidiocese de Chicago e o bispo Paul Marcinkus, então presidente do Banco do Vaticano. As nebulosas movimentações financeiras destes não passaram despercebidas pelo Papa Sorriso. Sem falar em supostos membros da loja maçônica P2, como Licio Gelli (vale lembrar que pertencer a essa comunidade secreta sempre foi e ainda é considerado motivo de excomunhão pela Igreja Católica).
A Cúria Romana como um todo rechaçou o perfil humilde e reformista de João Paulo I. Diversos episódios no livro corroborariam essa tendência: o Papa Sorriso sempre repudiou dogmas, ostentação, luxo e formalidades; para ficar num exemplo, ele detestava a sedia gestatoria, a liteira papal (argumentando que, por mais que fosse o chefe espiritual de quase mil milhões de católicos, não se sentia importante a ponto de ser carregado nos ombros de pessoas). Após muita insistência curial, ele passou a usá-la.
Seria no entanto importante referir que, quando o Cardeal Luciani ascendeu a Papa, o seu estado de saúde encontrava-se já bastante deteriorado.
Segundo Yallop, em 29 de setembro de 1978, João Paulo I anunciaria a remoção de Marcinkus, Cody, Villot e alguns de seus asseclas – o que poderia deixá-los à mercê de processos criminais. Mas Sua Santidade não acordou para levar a cabo as excomunhões: diz-se que teria sido encontrado pela freira Vincenza, que o servia havia 18 anos e que sempre lhe deixava o café todas as manhãs. Naquele fatídico dia, no entanto, ela ficara espantada com o fato de o Papa não ter respondido ao seu Buongiorno, Santo Padre (Bom-dia, Santo Pai); desde os tempos de padre em Veneza, ele nunca dormira além do horário. Notando uma luz acesa por trás da porta, ela entrou nos aposentos do Papa e encontrou-o de pijama, morto, com expressão agonizante, na cama. Seus pertences pessoais foram de imediato removidos por Villot. Entre eles, as sandálias do papa; no livro, é defendida a hipótese de que estariam manchadas com vômito – um suposto sintoma de envenenamento.
Yallop cita a digitalina (veneno extraído da planta com o mesmo nome) como a droga usada para pôr fim ao pontificado de João Paulo I. Essa toxina demora algumas horas para fazer efeito; Yallop defende que uma dose mínima de digitalina, acrescentada à comida ou à bebida do papa, passaria despercebida e seria suficiente para levar ao óbito. E para o autor de Em nome de Deus, teria sido muito fácil, para alguém que conhecesse os acessos à cidade do Vaticano, penetrar nos aposentos papais e cometer um crime dessa natureza.
Sem se deter na morte de João Paulo I, Yallop ainda insinuou que João Paulo II seria conivente com todas as irregularidades detectadas no pontificado de seu breve antecessor. Outra acusação grave feita no livro era a de que João Paulo II autorizara o financiamento secreto das atividades do sindicato Solidarnosc (Solidariedade) em sua terra natal.
O Filme de 1990,O poderoso chefão parte 3,retrata com algumas adaptações essa teoria defendida por Yallop.
As teorias defendidas por Yallop foram refutadas pelo escritor John Cornwell, também britânico, em seu livro A Thief in the Night (Um Ladrão na Noite). Em diversos tópicos, como o horário e a causa da morte do Papa, Cornwell contesta as afirmações e provas de Yallop e oferece sua versão, mantendo o debate aberto. Os que defendem as teses expostas em Em Nome de Deus afirmam que Cornwell seria ligado a personalidades influentes da Cúria Romana.
Existem também algumas teses que defendem que os negócios pouco claros entre o Banco Ambrosiano e o Banco Vaticano foram o motivo do seu assasinato sendo objectivo deste Papa a denúncia de crimes económicos e tencionando começar esse desafio pessoal dentro da igreja.
JOSE RIBAMAR — 19-01-2009 - 02:17:17 GMT 1